Crônica: julho – setembro
Nove semanas em que, de mundos planos provisórios, nasceu a anarquia. Oito capítulos por semana — da primeira noite até o lançamento em 2 de outubro. Depois, a história continua nas novidades.
Prólogoverão de 2026Como tudo começou
O que é a Mypex, que modos ela tem e por que resolvemos construir o jogo de novo.
- 1Capítulo 131 de julho – 2 de agosto
A ilha que não existia
Abrimos um mundo novo — e não encontramos nele a ilha flutuante que todo jogador conhecia.
Capítulo 23–9 de agostoUm mundo que se constrói sozinho
A proibição de gerar o mundo caiu com uma frase — e em menos de um dia o jogo ganhou o próprio gerador.
Capítulo 310–16 de agostoA onda que não existia
O motor não tinha disparos. Uma semana depois — 94 armas, ondas infinitas de zumbis e um chefão chamado Soberano.
Capítulo 417–23 de agostoUma boia no fundo do mar
A semana em que jogávamos nós mesmos todo dia — e consertávamos tudo o que encontrávamos.
- 5Capítulo 524 de agosto – 6 de setembro
Primeiro, a anarquia
A água começou a correr, os poderes das armas funcionaram e o nível mais alto virou ametista e irídio. E uma decisão: não lançar nada até a anarquia ficar pronta.
- 6Capítulo 67–20 de setembro
Regras para um mundo sem regras
As coisas caem quando você morre, o TNT quebra blocos e dá para pôr preço na cabeça de alguém. E o primeiro malho e o primeiro pique.
Capítulo 721–27 de setembroUm mundo onde alguém vive
Animais, monstros, experiência, física e o arco — e os poderes das armas, que passaram a se chamar “aprimoramentos”.
Capítulo 828 de setembro – 4 de outubro“Então lança de uma vez”
Vinte horas de construções, dezenas de milhares de baús e a noite de 2 de outubro, quando a anarquia abriu para os jogadores.