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Crônica31 de julho – 4 de outubro de 2026

Crônica: julho – setembro

Nove semanas em que, de mundos planos provisórios, nasceu a anarquia. Oito capítulos por semana — da primeira noite até o lançamento em 2 de outubro. Depois, a história continua nas novidades.

  1. Prólogoverão de 2026

    Como tudo começou

    O que é a Mypex, que modos ela tem e por que resolvemos construir o jogo de novo.

  2. 1
    Capítulo 131 de julho – 2 de agosto

    A ilha que não existia

    Abrimos um mundo novo — e não encontramos nele a ilha flutuante que todo jogador conhecia.

  3. Capítulo 23–9 de agosto

    Um mundo que se constrói sozinho

    A proibição de gerar o mundo caiu com uma frase — e em menos de um dia o jogo ganhou o próprio gerador.

  4. Capítulo 310–16 de agosto

    A onda que não existia

    O motor não tinha disparos. Uma semana depois — 94 armas, ondas infinitas de zumbis e um chefão chamado Soberano.

  5. Capítulo 417–23 de agosto

    Uma boia no fundo do mar

    A semana em que jogávamos nós mesmos todo dia — e consertávamos tudo o que encontrávamos.

  6. 5
    Capítulo 524 de agosto – 6 de setembro

    Primeiro, a anarquia

    A água começou a correr, os poderes das armas funcionaram e o nível mais alto virou ametista e irídio. E uma decisão: não lançar nada até a anarquia ficar pronta.

  7. 6
    Capítulo 67–20 de setembro

    Regras para um mundo sem regras

    As coisas caem quando você morre, o TNT quebra blocos e dá para pôr preço na cabeça de alguém. E o primeiro malho e o primeiro pique.

  8. Capítulo 721–27 de setembro

    Um mundo onde alguém vive

    Animais, monstros, experiência, física e o arco — e os poderes das armas, que passaram a se chamar “aprimoramentos”.

  9. Capítulo 828 de setembro – 4 de outubro

    “Então lança de uma vez”

    Vinte horas de construções, dezenas de milhares de baús e a noite de 2 de outubro, quando a anarquia abriu para os jogadores.